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Tratamento psiquiátrico e psicológico para
ansiedade em Recife

Para quadros mais intensos de ansiedade, o Nappe conta com consultas psiquiátricas, grupos terapêuticos com psicólogas de referências e terapias corporais e expressivas diárias.

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ESPAÇO BEM-ESTAR
CUIDADO EM SAÚDE MENTAL PARA
ANSIEDADE

Caixinha

Para além das consultas psiquiátricas, o paciente comparece semanalmente, nos dias indicados, para participar dos grupos e oficinas terapêuticas, que buscam trabalhar diretamente nos sintomas da ansiedade, e também nos fatores que levam ao adoecimento.

As atividades terapêuticas acontecem de segunda à sexta, das 09h ás 16h, e têm por objetivo ajudar o paciente a trabalhar as dores e dificuldades que envolvem os quadros ansiosos, por práticas que vão além da fala e conversa.

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O acompanhamento pode ser feito por diversos planos de saúde (Amil, Bradesco, Bacen, Cassi, Capesesp, Fusex, Fisco, Luminar, Mediservice, Postal Saúde, Petrobrás, Saúde Recife, Sulamérica, Sassepe, Stellantis, Saúde Caixa e TRT-6).

Como as oficinas corporais e expressivas auxiliam no tratamento da ansiedade?

  • Yoga: Prática oriental que integra exercícios, respiração e meditação para trabalhar o corpo e a mente. Na ansiedade, ajuda a desacelerar o ritmo do corpo, a perceber os sinais de tensão e a desenvolver o controle da respiração, um recurso importante nos momentos de agitação. Favorece a vivência do equilíbrio interior, a consciência corporal, a redução do estresse, o aumento da concentração e a melhora do humor.

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  • Arteterapia: Processo terapêutico que utiliza diferentes modalidades expressivas e criativas para a materialização de conteúdos psíquicos. Na ansiedade, permite dar forma a medos, preocupações e angústias que muitas vezes são difíceis de nomear, propiciando insights e a posterior transformação e expansão da estrutura psicológica.

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  • Tai Chi Chuan: Arte marcial milenar chinesa que trabalha a respiração e os movimentos corporais de forma lenta e contínua, melhorando o fluxo energético do corpo. Na ansiedade, ajuda a reduzir o estado de alerta e o estresse, a aumentar a concentração no momento presente e a percepção corporal, além de contribuir para o equilíbrio, a flexibilidade, a coordenação motora, a memória e a qualidade do sono.

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  • Pilates: Por meio de movimentos fluidos e precisos, trabalha a integração entre mente e corpo, promovendo melhora na concentração, na respiração, no equilíbrio e na coordenação. Na ansiedade, a atenção dirigida a cada movimento ajuda a interromper o fluxo de preocupações e a aliviar a tensão muscular acumulada.

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  • Bioenergética: Prática que se baseia na ideia de que corpo e emoções estão interligados, e de que tensões, bloqueios e comportamentos físicos muitas vezes são reflexos das emoções. Na ansiedade, que se manifesta intensamente no corpo, busca liberar as tensões e emoções reprimidas para alcançar maior vitalidade, relaxamento e equilíbrio emocional.

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  • Musicoterapia: A música tem a capacidade de despertar emoções e memórias, e o terapeuta utiliza essa propriedade para explorar sentimentos e trabalhar questões emocionais, por meio de instrumentos, canto, improvisação ou composição. Na ansiedade, o ritmo e a escuta musical podem favorecer a regulação emocional e oferecer uma forma de expressão menos exigente do que a fala.

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  • Biodança: Prática terapêutica que envolve musicalidade, dança, movimento e interação social como fatores de cuidado à saúde mental. Busca promover a expressão emocional, as conexões interpessoais e a autoconsciência por meio da dança em grupo. Na ansiedade, especialmente quando há dificuldade nas relações sociais, oferece um espaço seguro e não verbal para liberar emoções, reduzir o estresse, fortalecer a autoestima e desenvolver vínculos.

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  • Projeto de vida: Propõe preparar para a ação de início ou retomada de metas de curto, médio e longo prazo, priorizando as possibilidades atuais de cada um e o reconhecimento profundo do caminho a ser percorrido. Na ansiedade, ajuda a transformar a preocupação com o futuro em planejamento, organizando objetivos em passos possíveis e mais claros.

E o grupo terapêutico, qual a importância?

​No grupo terapêutico, o paciente encontra um espaço de escuta e de troca com outras pessoas que vivem dificuldades semelhantes. Falar sobre os medos, as preocupações e as situações que costumam ser evitadas, e perceber que outras pessoas passam por experiências parecidas, ajuda a diminuir a sensação de estar sozinho e a ampliar a compreensão sobre o próprio funcionamento.

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CRONOGRAMA DIÁRIO
DE OFICINAS E GRUPOS

Segunda-feira​

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09h

  • Pilates

  • Oficina "Qual minha história hoje?"

  • Grupo terapêutico

​

10h45

  • Pilates

  • Oficina de Yoga

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13h30

  • Oficina de Biodanza

  • Oficina de Meditação

  • Grupo terapêutico (2 grupos)

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15h

  • Oficina de Biodanza

  • Oficina "Máquina do Tempo"​​

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Terça-feira​

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09h

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  • Bioenergética

  • Tai Chi Chuan

  • Grupo terapêutico

​

10h45

​

  • Bioenergética

  • Tai Chi Chuan – Mindfulness

​

13h30

​

  • Oficina de Teatro

  • Oficina de Biodanza

  • Yoga

​

15h

​

  • Oficina de Sonhos

  • Arteterapia

  • Grupo terapêutico

​​

​

Quarta-feira

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09h

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  • Ciranda Poética

  • Grupo terapêutico

​

10h45

​

  • Oficina das Emoções

  • Oficina "Entreversos"

​

13h30

​

  • Pilates

  • Grupo terapêutico (2 grupos)

​

15h

​

  • Pilates

  • Oficina "Entre Recortes e Sentidos"

​​

​

Quinta-feira

​

09h

  • Bioenergética

  • Tai Chi Chuan

  • Grupo terapêutico

​

10h45

​

  • Bioenergética

  • Tai Chi Chuan – Ho'oponopono

​

13h30

​

  • Musicoterapia

  • Oficina das Emoções

​

15h

​

  • Musicoterapia

  • Grupo terapêutico

​

Sexta-feira

​

09h

​

  • Oficina de Yoga

  • Oficina Criarte

  • Grupo terapêutico

​

10h45

​

  • Auriculoterapia

  • Oficina de Musicoterapia

  • Oficina Projeto de Vida

​

13h30

​

  • Oficina de Dança

  • Oficina de Musicoterapia

  • Grupo terapêutico

​

15h

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  • Psineclube

  • Yoga

No primeiro atendimento o paciente passa por uma psicóloga na triagem e em seguida acontece a consulta psiquiátrica, onde avaliamos se o acompanhamento terapêutico pode ser indicado!

Conheça mais nesse
Vídeo de 1 minuto!

ENTENDA MAIS SOBRE

A ANSIEDADE

Ansiedade normal ou transtorno de ansiedade: qual a diferença?

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Sentir ansiedade é parte da experiência humana. Antes de uma prova, de uma entrevista de emprego ou de uma decisão importante, é natural sentir apreensão, inquietação e até alguns sintomas físicos.

 

Nessas situações, a ansiedade costuma ser proporcional ao que está acontecendo, passa depois que o momento termina e pode até ajudar a pessoa a se preparar.

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O transtorno de ansiedade acontece quando essa reação se torna desproporcional, frequente e persistente. A preocupação passa a existir mesmo sem motivos claros, se estende por longos períodos e começa a interferir no sono, no trabalho, nos estudos, nas relações e na capacidade de aproveitar a vida. Muitas vezes, a pessoa passa a organizar a rotina em torno da tentativa de evitar a ansiedade.

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Como os sintomas podem se confundir com outras condições, a avaliação profissional é fundamental para compreender o que está acontecendo e indicar o cuidado adequado.

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Os tipos de ansiedade

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Os transtornos de ansiedade podem se apresentar de diferentes formas:

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  • Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): preocupação excessiva e persistente com diversas áreas da vida, como trabalho, saúde, finanças e família, presente na maior parte dos dias.

  • Transtorno de pânico: crises súbitas e intensas de medo, acompanhadas de sintomas físicos fortes, e preocupação constante com a possibilidade de novas crises.

  • Ansiedade social: medo intenso de situações em que a pessoa possa ser observada, avaliada ou julgada, como falar em público, conhecer pessoas ou se alimentar diante de outros.

  • Agorafobia: medo de estar em lugares ou situações das quais seria difícil sair ou receber ajuda, como transportes, multidões ou locais fechados.

  • Fobias específicas: medo intenso e desproporcional de objetos ou situações específicas, como altura, animais ou procedimentos médicos.

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Além desses, alguns quadros relacionados, como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), também envolvem ansiedade intensa e têm características próprias que precisam ser avaliadas.

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O que causa ou contribui para a ansiedade?

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Não existe uma causa única para os transtornos de ansiedade. Eles resultam da combinação de diferentes fatores, que se articulam de maneira particular na história de cada pessoa:

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  • predisposição biológica e genética, como histórico de ansiedade na família;

  • experiências da história de vida, como situações de insegurança, perdas, traumas e exigências excessivas;

  • estresse prolongado, relacionado ao trabalho, às finanças, aos relacionamentos ou às responsabilidades de cuidado;

  • hábitos do dia a dia, como privação de sono e consumo excessivo de cafeína e estimulantes;

  • uso de álcool e outras substâncias, que podem provocar ou intensificar sintomas ansiosos, especialmente nos períodos de abstinência;

  • condições clínicas, como alterações na tireoide, que podem produzir sintomas semelhantes e precisam ser avaliadas.

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Compreender esses fatores não significa buscar culpados. A ansiedade não é frescura, fraqueza ou exagero. Identificar o que contribui para o quadro ajuda o paciente e a equipe a construírem um cuidado que olhe não apenas para os sintomas, mas também para aquilo que os sustenta.

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A ansiedade e outros quadros de adoecimento​

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É comum que a ansiedade esteja associada a outros quadros, especialmente à depressão e ao uso problemático de álcool e outras substâncias.

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A preocupação constante, o cansaço provocado pelo estado de alerta e as limitações que a evitação impõe à vida podem, com o tempo, contribuir para o surgimento de sintomas depressivos. Da mesma forma, muitas pessoas passam a usar álcool ou outras substâncias como tentativa de aliviar a ansiedade, relaxar ou conseguir dormir. Esse alívio é passageiro e, com o tempo, o uso pode se tornar um novo problema e intensificar os próprios sintomas ansiosos.​

Por isso, o tratamento precisa considerar o paciente de forma integral, compreendendo como os diferentes quadros se relacionam. Conheça também as páginas de tratamento de depressão, bipolaridade, alcoolismo, dependência química e compulsões e vícios.

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